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sábado, 11 de agosto de 2018

Com o tema: “Missionariedade da Igreja no Ma-ranhão” e lema: “Enviou os seus discípulos para onde Ele mesmo deveria ir” (cf. lc 10,1), o Regional Nordes-te 5 realizará seu 1º Sim-pósio Regional, na Diocese de Bacabal, nos dias 31 de agosto a 02 de setembro de 2018. A proposta do Simpó-sio faz parte do plano de pastoral do regional e contará com a assessoria do  Monse-nhor Raimundo Possidônio da Mata, da Arquidiocese de Belém – PA e do Pe. Mário França de Miranda, SJ, da PUC do Rio de Janeiro.

Em preparação a esse Simpósio, cada diocese realizou ou está realizando um seminário sobre a missionariedade em sua diocese, retomando também pontos da história da ação missionária da Igreja no Regional Nor-deste 5 e destacando desafios e luzes a fim de que possa-se ajudar no fortalecimento como Igreja em estado permanente de missão, Igreja em saída, um constante apelo da Igreja, principalmente no pontificado do Papa Francisco.

Objetivos 

Esse grande evento missionário da Igreja no Maranhão tem como seguintes objetivos:
a) Fazer memória da caminhada missionária da Igreja no Maranhão;
b) Levantar os principais desafios para a caminhada missionária;
 c) Aprofundar os fundamentos da missão a partir da Palavra de Deus e de documentos da Igreja, com destaque para o pontificado do Papa Francisco;
d) Encontrar caminhos e luzes para que o Regional NE5 seja cada vez mais missionário.

Para que este Simpósio tenha de fato o rosto da Igreja do Maranhão, a equipe de organização pede que cada diocese envie 30 (trinta) participantes, especialmente que tenham participado do Seminário Diocesano em suas respectivas igrejas particulares. Será um momento importante para que desperte-se, sobretudo nos sacerdotes e lideranças leigas, o interesse pela missão. 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

As dioceses maranhenses de Zé Doca, Pinheiro, Bacabal, Brejo, Coroatá, Caxias do Maranhão, Grajaú e a arquidiocese de São Luís receberam, entre os dias 17 e 19 de fevereiro de 2017, o Seminário “Laudato Sí e Repam”, iluminado pela carta do papa Francisco Laudato Si’ (Louvado Sejas). O Seminário foi organizado pelo regional Nordeste 5 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e pela diocese de Zé Doca. Desde 2016 a Comissão Episcopal para a Amazônia da CNBB e a Rede Eclesial Pan-Amazônica (Repam) têm promovido Seminários como este nos regionais da CNBB na Amazônia Legal. Este foi o terceiro provido neste ano. 

Além do contexto eclesiástico, o Seminário envolveu vários setores da sociedade civil, como organizações não-governamentais, escolas e os governos municipal, estadual e federal, com a finalidade de construir “sinais de esperança em relação ao meio ambiente e a preservação da casa comum”.

Participaram 120 pessoas, entre lideranças indígenas, sertanejos, ribeirinhos, quilombolas, pescadores artesanais, geraizeiros, quebradeiras de coco, moradores das cidades, lavradores, Pastorais Sociais, educadores, sociedade civil organizada, religiosos e religiosas, padres e bispos.

No final do encontro, os participantes publicaram uma Carta Compromisso na qual cobram “que sejam ouvidos os clamores dos povos que há séculos cultivam as terras, respeitando a biodiversidade e que mostram por suas práticas que há alternativas sustentáveis; que sejam discutidos projetos de desenvolvimento com as populações afetadas, mostrando todas as informações e os relatórios de impactos socioambientais, mantidos frequentemente em segredo, apesar da Lei de acesso à Informação e que o governo escute o povo mais do que discursem sobre seus planos e projetos”.

Os participantes também se propõem a fortalecer a Repam, criando um comitê regional com representação das dioceses e articulação regional Nordeste 5 da CNBB das pastorais sociais, com apoio do secretariado do regional; reconhecer e fortalecer as lutas locais nos territórios dos diferentes povos: indígenas, quilombolas, sertanejos, pescadores artesanais, geraizeiros, quebradeiras de coco, entre outros, e participar das manifestações sociais em defesa dos direitos dos trabalhadores e povos; dar atenção especial às lutas e iniciativas de mulheres com suas manifestações; assumir o cuidado com meio ambiente na preservação e na denúncia de toda e qualquer violência que venha ferir e matar os biomas maranhenses: Cerrado, Amazônia e Caatinga, com suas riquezas de biodiversidade humana, vegetal e animal na busca do Bem Viver; apoiar as juventudes na suas lutas e reivindicações por direitos e futuro digno.

Fonte: CNBB

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Após ter sido nomeado pelo Papa Francisco no dia 07 de dezembro de 2016 para ser Bispo da Diocese de Grajaú-MA, Frei Rubival Cabral Britto, OFMCap recebeu o 3º grau do Sacramento da Ordem, ou seja, a Ordenação Episcopal.

A cerimônia aconteceu na tarde de sábado (11), na cidade de Vitória da Conquista, no sudoeste baiano. O bispo ordenante foi o Arcebispo Metropolitano de Vitória da Conquista, Dom Luis Gonzaga da Silva Pepeu OFMCap, e os Co-ordenantes, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte e Dom José Ruy Gonçalves Lopes OFMCap, Bispo Diocesano de Jequié. Também esteve presente Dom Franco Cutter, que teve aceito seu pedido de renúncia à sé episcopal da cidade maranhense , por motivo de idade, conforme o cânon 401 §1 do Código de Direito Canônico.

Para a cerimônia, que aconteceu no Ginásio de Esportes Raul Ferraz, foram acolhidos bispos de várias arquidioceses e dioceses do País, além de Padres, Ministros Provinciais dos Capuchinhos no Brasil, Religiosos, Religiosas e caravanas provenientes de cidades como Grajaú-MA, Jequié-BA, Jaguaquara-BA e Aracaju-SE.

Informações: CNBB / Regional Nordeste III

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Na manhã desta quarta-feira (7), o Vaticano anunciou o nome do novo Bispo da Diocese de Grajaú – MA, nomeado pelo Papa Francisco, Frei Rubival Cabral Britto, 47 anos, é Frade Menor Capuchinho da Província Nossa Senhora da Piedade da Bahia e Sergipe e atualmente é diretor do Colégio Paulo VI, na arquidiocese de Vitória da Conquista (BA). As datas da ordenação episcopal e posse na Arquidiocese ainda serão definidas.

Frei Rubival é doutorando em Ciências da Educação através do Instituto Internacional de Educação na Faculdade de Humanidades e Artes da Universidade Federal de Rosário, na Argentina. Em sua trajetória, atuou, entre outros ministérios, como coordenador da Animação Vocacional da Província Nossa Senhora da Piedade de Bahia e Sergipe; conselheiro provincial; presidente da Fundação Santo Antônio das Emissoras de Rádio e conselheiro da Conferência da Família Franciscana do Brasil.

Saiba mais sobre o novo bispo

Frei Rubival, nasceu em 21 de julho de 1969, na cidade de Jaguaquara-BA, filho de Rubens Alves Brito (In memoriam) e Maria de Lourdes Cabral Brito. Desde jovem tinha participação ativa na vida da igreja, como conta Zélia Maria de Almeida, que diz que ele “demonstrava grande interesse pelas coisas de Deus”.

Em sua Paróquia, a Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Jequié, desde a juventude atuou na vida pastoral da igreja, participando de grupos como o JUEC, Apostolado da Oração, Pastoral da Criança e também atuou como coroinha, sempre manifestou o desejo de estar perto do Senhor.

Participou de um Encontro Vocacional da Diocese de Jequié em 1997, onde percebeu sua inclinação ao sacerdócio, porém em 1989, ao conhecer os Frades Capuchinhos em Jaguaquara, sentiu-se convidado a ser religioso Capuchinho.

Em 1990, na cidade de Alagoinhas-BA, ingressou na Ordem dos Frades Menores Capuchinhos e em 1992, fez o ano do noviciado em Esplanada-BA, onde emitiu os primeiros votos de castidade, pobreza e obediência pelas mãos do então Ministro Provincial Frei Carlos Inácio de Souza.

Estudou Filosofia no Instituto de Teologia de Ilhéus, período no qual também se dedicou à pastoral vocacional, de modo a ajudar outros jovens a discernirem sua vocação. Na Universidade Católica do Salvador iniciou e concluiu a Teologia, período no qual prestou importantes serviços pastorais à comunidade de Valéria, na capital baiana.

Frei Rubival é doutorando em Ciências da Educação através do Instituto Internacional de Educação na Faculdade de Humanidades e Artes da Universidade Federal de Rosário, na Argentina.

Foi ordenado sacerdote no dia 17 de dezembro 2000. Na Província exerceu diversos serviços, como Promotor Vocacional Provincial, Secretário Provincial, Ecônomo e Formador, Administrador Paroquial, Definidor Provincial para as Missões, Mestre de Noviços e entre 2007 e 2013, Ministro Provincial. Participou de uma missão em Benin – África.

Atualmente trabalha na cidade de Vitória da Conquista, como Vigário da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e Santo Antônio de Lisboa e é diretor do Colégio Paulo VI.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Cinco lideranças da comunidade quilombola São Benedito dos Colocados, no município de Codó, no Maranhão, estão sendo ameaçadas de morte por jagunços contratados por um latifundiário e político tradicional daquela região. As ameaças têm motivação no conflito agrário, já que o latifundiário em questão pretende expulsar as famílias para lotear e vender parte da área. “No mato ninguém broca. Fui muito paciente com vocês. Agora vou fazer do meu jeito. Vou lotear a terra e vou vender, e ninguém vai se intrometer”, teria dito o político, acompanhado por jagunços, a algumas das famílias que residem no local. As 73 famílias que vivem no território quilombola produzem mandioca, arroz, milho e feijão para a subsistência.

A reportagem foi publicada por Cáritas Brasileira, 16-08-2016.

A comunidade ocupa uma área de 544 hectares habitada desde 1870 – de um período anterior à Lei Áurea, portanto –, e que é certificada pela Fundação Cultural Palmares (FCP), vinculada ao Ministério da Cultura, como território remanescente de quilombo. O latifundiário quer deslocar as famílias que residem no local para uma área de menor interesse imobiliário para lotear pelo menos 300 hectares do território total. As intimidações e ameaças sofridas pelas lideranças foram denunciadas à Promotoria de Justiça da Comarca de Codó, com o promotor local se comprometendo a acompanhar o caso e ouvir tanto os líderes comunitários quanto o latifundiário denunciado. Um boletim de ocorrência também foi registrado na Delegacia de Polícia de Codó, ainda que o posto estivesse sem acesso ao sistema de dados da Polícia Civil maranhense.

Uma das lideranças que vêm sendo ameaçadas pelos jagunços a mando do latifundiário é o agente Cáritas Valdivino Silva. Ele faz parte do Movimento Nacional de Economia Solidária, compõe a coordenação estadual da Rede Mandioca e é o presidente do Conselho Regional da Cáritas no Maranhão. Os outros líderes comunitários são Francisco das Chagas Vieira da Cruz (conhecido também como Caçula), José Domingo de Souza (Peixeiro), Domingo Alves de Souza e Antônio Francisco Santana Oliveira, todos residentes em São Benedito dos Colocados. As ameaças começaram no dia 21 de julho, quando o político latifundiário esteve na comunidade acompanhado de três pistoleiros, um dos quais bastante conhecido na região. “Ele é filho de jagunço. Era mototáxi, mas, depois que o pai morreu, passou a ser pistoleiro também. É um caboclo pequeno, a princípio tu não dá nada por ele. Mas é um cabra violento, sem compaixão. Dizem que já matou oito pessoas. Eu conheço duas mortes provocadas por ele”, disse uma pessoa da comunidade.

De acordo com Valdivino Silva, após a “visita” do latifundiário, os pistoleiros voltaram ao local percorrendo várias residências e perguntando nominalmente pelas lideranças ameaçadas. Eles passavam de casa em casa apontando quem morava ali, numa tentativa clara de intimidar os moradores. Como é agente comunitário de Saúde, Valdivino convocou os moradores para uma reunião na perspectiva de ouvir a comunidade sobre o que estava ocorrendo. A reunião foi marcada para a noite de 27 de julho. Na tarde daquele dia, os jagunços retornaram à comunidade conduzindo motos e perguntando novamente pelas lideranças (nenhum dos homens ameaçados foi encontrado). Os pistoleiros também avisaram que retornariam à noite para a reunião. No horário marcado, cerca de 60 pessoas se reuniram para debater a situação da comunidade. Um carro preto com vidros fumê, escoltado por duas motos, cada uma delas ocupada por dois homens, foi visto circulando pelos arredores naquele horário.

No dia seguinte, Valdivino procurou o escritório da Cáritas Regional Maranhão para denunciar as ameaças de morte e as intimidações sofridas pela comunidade. “Aqui em Codó, quando há ameaça, é difícil que não ocorra morte. Quem é ameaçado, se é comum, morre. Talvez (o latifundiário e seus jagunços) fiquem mais quietos por enquanto, porque este ano tem eleições (municipais). Mas vão matar”, denuncia Valdivino. Na visita ao Regional, o agente Cáritas conversou com Elias Pereira, ouvidor da Secretaria Estadual dos Direitos Humanos e Participação Popular. De acordo com o secretário-executivo da Cáritas Regional Maranhão, Ricarte Almeida Santos, a intenção é que Valdivino e os demais líderes comunitários ameaçados de morte sejam incluídos em um programa de proteção a vítimas mantido pelo governo do estado ou por organismos federais. “Também estamos divulgando amplamente o fato como forma de constranger os agressores na prática dos crimes”, aponta Ricarte.

Nesta quarta-feira, dia 17 de agosto, uma comitiva formada pelas lideranças comunitárias ameaçadas e por outros trabalhadores rurais vai manter uma série de diálogos com instituições públicas na capital do estado, São Luís, para denunciar a violência e debater medidas de proteção. Valdivino lembra que 85% da população de Codó se define como preta ou parda, conforme o censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São pessoas que descendem dos trabalhadores e trabalhadoras submetidos à escravidão nas grandes plantações de algodão que dominaram a paisagem da região de São Benedito dos Colocados até o final do século XIX, quando o regime escravocrata foi oficialmente abolido no Brasil.

Fonte: Instituto Humanistas

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Caros Missionários (as),

Como é do nosso conhecimento, a Pontifícia Obra da Infância e Adolescência Missionária (IAM) deu origem a Juventude Missionária (JM), ambas são chamadas de obras Pontifícias porque se desenvolveram com o apoio da Santa Sé, estão diretamente ligadas ao Papa.


As Pontifícias Obras Missionárias (POM) têm o objetivo geral de: 
- despertar e aprofundar a consciência missionária do Povo de Deus;
- conscientizar os cristãos sobre a vida e necessidades da Missão universal;
- estimular as Igrejas a rezarem umas pelas outras e serem solidárias na evangelização do mundo.

No Brasil as Pontifícias Obras já estão presentes em várias Igrejas. No Regional Nordeste V têm crescido muito a propagação da fé com o objetivo de tornar a Igreja cada vez mais missionária. Na diocese de Bacabal, especialmente neste tempo em que estamos vivenciando as Santas Missões Populares, tempo especial de missão, queremos animar, resgatar e fortalecer todos os grupos da IAM e JM existentes em todas as Paróquias, para juntos celebrarmos com grande festa o Jubileu de 50 anos de nossa Diocese em estado de missão permanente.

Por isso, é com muita alegria que convidamos todos os assessores da Infância Missionária (IAM) e Juventude Missionária (JM) para um grande encontro de “Animação e Formação Missionária” a fim de partilhar e organizar a nossa caminhada na diocese.

DATA: 03 e 04/09/2016
INÍCIO: 8:00h do dia 03/09/2016
LOCAL: Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – Lima Campos
TAXA: R$ 20,00 (por Pessoa, confirmação e pagamento da taxa até o dia 25 de agosto)
ASSESSORIA: Pe. Aurielio Martins
INFORMAÇÕES: Ir. Ana Cristina Monteiro (99) 98140-1018

“Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações.” (Mt 28,19)



+Armando Martín Gutiérrez
Bispo de Bacabal

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Nas quentes terras de Teresina-PI, entre os dias 07 e 10 de julho de 2016, as Comunidades Eclesiais de Base - CEBs - do Nordeste estiveram reunidas na OLARIA DAS COMUNIDADES em seu 7º Nordestão. O encontro aconteceu como preparação ao 14º Intereclesial de CEBs que realizar-se-á em Londrina-PR, em janeiro de 2018. Por isso refletimos o mesmo tema, a partir da realidade nordestina: "CEBs no Nordeste e os desafios do mundo urbano", e o lema: "Eu vi e ouvi os clamores do meu povo nordestino e desci para libertá-lo".

Participamos cerca de quatrocentos delegados e delegadas, vindos/as dos nove estados do Nordeste; ficamos edificados/as com a presença de nove bispos, e o representante da CNBB no Setor CEBs, leigo/as, sacerdotes e religiosas e membros de outros credos. Fomos muito bem recebidos/as pelo arcebispo de Teresina Dom Jacinto Furtado de Brito Sobrinho, pela Comissão de CEBs e pelas famílias e comunidades hospedeiras. Quantas pessoas integraram as equipes de serviço. Foi emocionante ouvir Dom Miguel Fenelon Câmara, bispo emérito de Teresina, que no auge de seus 91 anos, falou com entusiasmo sobre as CEBs.

Vivemos numa sociedade marcada pela cultura urbana, que penetra até os rincões do mundo rural e influencia o comportamento social, econômico, político e religioso das pessoas, comunidades, pastorais e movimentos sociais. As CEBs, como seguidoras de Jesus Cristo, não poderiam deixar de refletir sobre esses desafios.

Assim, o 7º Nordestão procurou ser um espaço de reflexão desses desafios. No primeiro dia o assessor Pe. Anastácio nos levou a refletir sobre a CIDADE HOJE, a partir da realidade do Nordeste. Em seguida, nos reunimos em sete tendas, cujos nomes fizeram memória à mártires e militantes da caminhada. Tendas: Antonia Flor: CEBs e a vivência do sagrado no mundo urbano; Manuel Berto: CEBs meio ambiente e saneamento básico; Frei Juvenal: CEBs e as experiências exitosas no mundo urbano; Índio Mandu Ladino: CEBs e o enfrentamento da violência na construção da cultura de paz; Marilene de Jesus: CEBs e a política no Brasil; Flaviano: CEBs e o mundo do trabalho na economia globalizada; José M. do Tomé: CEBs e a manipulação da informação. No segundo dia, com a assessora Hermínia e o assessor Pe. Vileci, refletimos que, tanto no 1º como no 2º Testamento a vida urbana desafiava o Povo de Deus, inclusive, as primeiras comunidades cristãs agiam e atuavam nas cidades.

O Papa Francisco foi constantemente lembrado, por sua Carta Encíclica "Laudato Si" e por seu testemunho profético.

Que todas as Comunidades e Igrejas recebam nosso grande abraço, e continuemos unidas numa grande rede, nos engajando para o enfrentamento aos desafios da cultura urbana, a fim de que nossa sociedade seja mais justa, pacífica, solidária, conforme o Projeto do Senhor Jesus Cristo.

Da Olaria das Comunidades - Teresina-PI, 10 de Julho de 2016

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Com o tema “Missão para o Bem Viver” e o lema "Eu renovo todas as coisas”, o Encontro Regional Nordeste V da Propagação da Fé - POM aconteceu nos dias 18 e 19 de junho, em Coroatá (MA). Assessorado pelo secretário nacional da Obra, Guilherme Cavalli, o evento teve como objetivo dar início à Jornada Missionária da Obra, em comemoração aos 10 anos de sua existência no Maranhão. 

O bispo de Coroatá, dom Sebastião Bandeira, presidiu missa de abertura do evento. Na ocasião, parabenizou e motivou o grupo pela realização da Jornada Missionária.  “O missionário deve buscar primeiro o Reino de Deus e sua justiça, e todas as outras coisas lhes serão dadas por acréscimo”, afirmou.

Já o assessor da Obra, aproveitou o momento para diferenciar as expressões “Viver Bem” e “Bem Viver”. Para ele, uma vez como missionários, os membros não devem se deixar levar pela lógica  que os levaria a viver bem. “Por outro lado, a lógica do bem viver prima pela consciência coletiva, o cuidar do meio ambiente a partir de uma ecologia integral que procura educar o ser humano com a visão global e holística”, enfatizou.

Para o integrante da equipe regional da Propagação da Fé, Jean Cunha, o evento foi oportuno para reunir jovens missionários e representantes das famílias missionárias. “As reflexões foram úteis para a motivação desta Jornada que tem o compromisso de propagar o projeto do bem viver, que exige de nós uma conversão pessoal para em seguida ajudar na conversão comunitária e social”, afirmou.

O encontro encerrou com a abertura da Jornada Missionária, que celebrou os 10 anos da Juventude Missionária no Maranhão. Participaram do evento algumas dioceses do Maranhão, como Pinheiro, São Luís, Bacabal, Brejo, Caxias, Grajaú e Coroatá, além da arquidiocese de Teresina (PI).

Com informações e foto da diocese de Brejo

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Durante a celebração dos Santos Óleos, realizada na Catedral Nossa Senhora da Penha, em Crato, dia 24 de março, Dom Fernando Panico anunciou aos fiéis que o Papa Francisco havia aceitado o seu pedido de enviar um Bispo para auxiliá-lo na administração da Diocese de Crato e hoje, dia 18 de maio, logo pela manhã, o nome tão aguardado foi anunciado a todos pelo próprio Dom Fernando: Dom Gilberto Pastana de Oliveira será o Bispo Coadjutor da Diocese de Crato.

Bispo Coadjutor porque ele é nomeado pelo Papa com direito de sucessão, ou seja, Dom Gilberto estará na Diocese de Crato para auxiliar Dom Fernando Panico, que permanece como Bispo Diocesano até a sua renúncia que não tem data prevista. Após a renúncia do Bispo Titular, o Bispo Coadjutor assume consequentemente a administração da Diocese.

Dom Gilberto Pastana de Oliveira, nascido em Boim- PA, tem cinquenta e nove anos, sendo trinta anos dedicados aos sacerdócio. Estava como Bispo da Diocese de Imperatriz, Maranhão. É Mestre em Teologia com especialização em Teologia Espiritual, Roma-Itália. Seu lema é “Venha o teu reino (Mt 6, 10a)”. Foi ordenado Bispo dia vinte e oito de outubro de 2005.

Dentre as atividades desenvolvidas antes do episcopado, Dom Gilberto já foi Reitor do Seminário São Pio X (1987-1990), Vice-Reitor do Seminário Maior Interdiocesano São Gaspar, Belém-PA (1996), Coordenador do Departamento de Filosofia e Teologia no Instituto de Pastoral Regional-IPAR, Belém-PA (1996-1998) e Diretor da Rede Vida de Televisão (2000-2005).

No anúncio, feito de forma oficial pela Rádio Educadora do Cariri e transmitido em cadeia por outras emissoras, Dom Fernando expressou alegria pela nomeação. “Alegremo-nos todos no Senhor, pois na Semana de Pentecostes somos agraciados pela Misericórdia do Nosso Pai (…) Certo da acolhida fraterna de todos para este novo momento da Diocese Romeira e Missionária, agradeçamos a Deus a chegada de Dom Gilberto entre nós”, disse.

Dom Gilberto Pastana de Oliveira será apresentado ao povo da Diocese de Crato no dia 17 de julho.

Fonte: Diocese de Crato / Imirante / Diocese de Imperatriz

terça-feira, 8 de março de 2016

O encontro congregou os padres do Estado com até dez anos de ordenação sacerdotal. 

O encontro é anual e sempre acontece em São Luís; este ano, na Casa dos Combonianos, no bairro Olho d'água. O evento contou também com o auxílio logístico dos padres Jozimar Pinheiro e Admilson de Jesus. Dom Sebastião Bandeira, diocese de Coroatá (Ma), bispo referencial para os ministérios ordenados e vida religiosa da CNBB Maranhão, esteve presente durante todo o encontro que foi assessorado pelo padre Flávio Lazarin. 

Os "padres novos" são coordenados pelos presbíteros Eduardo Cardin, da diocese de Imperatriz, e Pe. Luís Portela, da diocese de Bacabal. Durante o encontro houve momentos de partilha, formação e celebração, que culminou com o almoço partilhado de encerramento. Participaram os padres Irailson Barbosa, André Luís, Marcos André e Gutemberg Feitosa da Arquidiocese de São Luís. 

O próximo encontro está marcado para fevereiro de 2017 em São Luís-MA.

Fonte: Arquidiocese de São Luis

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Com o objetivo de capacitar,  através do estudo, da reflexão e partilha de experiências, animadores e animadoras vocacionais, em vista do serviço às vocações na e para a Igreja no Brasil, de modo que a dimensão vocacional se torne, cada vez mais uma ação conatural e essencial à missão evangelizadora das cristãs e dos cristãos que animam as comunidades, o Regional Nordeste V / CNBB promoverão em 2016 a Escola de Animadores e Animadoras Vocacionais. 

Objetivos Específicos:
- Estudar e aprofundar a antropologia, a teologia e a eclesiologia das vocações.
- Desenvolver através do estudo em grupo e oficinas, uma metodologia para o Itinerário vocacional, a fim de propiciar adequado planejamento do Serviço de Animação Vocacional.
- Oportunizar e solidificar experiências da espiritualidade da Animadora e do Animador vocacional, para que tenham ânimo e fortaleza no Serviço de animação Vocacional.

Público Alvo:
A ESPAV contempla a participação de leigos e leigas, consagradas e consagrados e os Ministros Ordenados (diáconos, padres e bispos) que efetivamente desenvolvem a PV/SAV

Critérios de Participação:
Estar atuando na Comunidade Eclesial, na PV/SAV.
Pessoa que tenha clareza de sua própria vocação/missão na Igreja.
Ter disposição para acompanhar o ritmo da ESPAV proposto em módulos, bem como realizar as atividades inerentes à Escola.
Ser uma pessoa consciente do chamado/envio/missão da Igreja local ou Instituto a que pertence

O 1º MÓDULO VAI SE REALIZAR NOS DIAS : 18 À 21 DE MAIO DE 2016
INÍCIO ÀS 08:00H E ENCERRAMENTO ÀS 12:00H

1ª Etapa da Escola Vocacional:
Vocação Pessoal e cristã.
Vocação específica e seu desenvolvimento
Características culturais e sociais que influenciam a resposta vocacional.
Assessor: Pe. Sival
Local: Centro Missionário Franciscano (CEFRAM)
Bacabal – MA
Taxa de Inscrição: 150,00
Diária do CEFRAM: 75,00
Inscrições até dia 05 de maio de 2016

Coordenadora do SAV RN5 : Ir. Ísis Ubalda de Carvalho
Tel: (99) 3621 1000
(99) 3621 1280
(99) 98135 5378
(99) 98820 0085

Os demais Módulos vão se realizar nos próximos 3 anos

Conteúdo Programático
1º Módulo Antropologia da Vocação
- Vocação pessoal e cristã.
- Vocação especifica e seu desenvolvimento.
- Características culturais, psicológicas e sociais que influenciam a resposta vocacional.

2º Módulo Teologia e Eclesiologia da Vocação
- Teologia da Vocação
- Eclesiologia da Vocação
- Espiritualidade da Animação Vocacional encarnada no hoje da vida

3º Módulo Itinerário Vocacional
- Processo do Acompanhamento Vocacional
- Desafios, princípios e pressupostos presentes no Serviço de Animação Vocacional
- Elementos diversos no processo do Itinerário Vocacional

4º Módulo Metodologia e Planejamento no SAV
- Diagnóstico da realidade social e eclesial na ótica vocacional
- Metodologia do processo de planejamento participativo
- Oficinas de elaboração e apresentação do planejamento no SAV

sábado, 24 de outubro de 2015

Em meio ao maior incêndio já registrado na terra indígena Arariboia, no Maranhão, índios guajararas tiveram suas plantações destruídas pelo fogo e enfrentam uma crise de alimentos, segundo informou o Cimi (Conselho Indigenista Missionário).

Na reserva, de 420 mil hectares, vivem 13 mil índios. Segundo o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), o fogo já destruiu cerca de 45% da área de proteção ambiental --são cerca de 200 mil hectares de mata que foram queimados.  A estimativa é que entre 5.000 a 8.000 tenham perdido suas plantações.

"Os índios foram bastante afetados, principalmente os guajajaras. Primeiro porque eles perderam de seis a oito casas, e outras terras em aldeias perderam as roças, gerando fome, empobrecimento. Estamos com campanha para doação de alimentos para contribuir com essas comunidades", contou uma das coordenadoras do Cimi no Maranhão, Rosimeire Diniz.

Apesar de ser uma área federal, um decreto publicado há 15 dias pelo governo do Estado habilitou o Corpo de Bombeiros a atuar nos incêndios. Segundo o comandante da corporação, coronel Célio Roberto, a situação hoje é melhor do que há dias, embora aponte ainda para um cenário crítico.

"A área é de difícil acesso, crítica, de mata fechada. As grandes dificuldades decorrem do fato de não termos acesso com as viaturas para fazer esse combate, e acabamos usando outra técnicas, como abafadores. É um trabalho braçal. Mas agora a ação melhorou, ganhou em eficácia e já conseguiu reverter. Chegou num ponto crítico e agora começou a reverter. Espero que na próxima semana o balanço indique isso", contou.

Segundo o coronel, o Ibama está usando duas aeronaves, que ajudaram no combate ao fogo. "Eles pulverizam água com um retardante químico, que reduz o efeito da queimada e consequentemente tem um eficácia ampliada. Enquanto as aeronaves estão fazendo esse combate, as equipe em terra, no solo, vão fazendo ataque a chamas, que vão diminuindo", explicou.

Índios isolados


Uma outra preocupação isolados da tribo Awa-Guajás se tornaram uma preocupação à parte das autoridades. Sem contato com a civilização, eles seriam os mais vulneráveis ao fogo na região --que também sofre com a ação de madeireiros.

"Esses que estão correndo mais riscos, porque dependem exclusivamente da floresta. Eles estão em fuga do fogo e dos madeireiros. A forma de ajudar eles é apagar o fogo", disse Rosimeire Diniz, do Cimi.

No local existem pelo menos dois grupos, com cerca de 80 índios --entre crianças e adultos". O Corpo de Bombeiros também afirma que esses grupos são um problema específico e foco da ação das autoridades.

"Eles são um uma preocupação porque são primitivos e vivem isolados. Tem um trecho lá da reserva que é deles, e como eles não têm contato sequer com outros índios que já são civilizados, a preocupação é maior. Conseguimos neutralizar que o incêndio chegasse na área deles onde eles vivem e transitam. Se fosse preciso retirar, seria muito difícil de se fazer. Mas as equipes foram fazendo barreira de contenção a fim de manter a segurança dessa comunidade", afirmou o coronel Célio Roberto.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

A 12ª Romaria Estadual da Terra e das Águas do Maranhão reuniu mais de 10 mil pessoas em Chapadinha-MA, entre a noite de sábado e Domingo (17 e 18). 

O evento é uma promoção da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) – Regional Nordeste 5, com apoio de diversos organismos da Igreja Católica, a exemplo das Pastorais Sociais, Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), Cáritas Brasileira / Regional Maranhão e diversas Cáritas Diocesanas no estado.

Mobilizada, coordenada e realizada pela Igreja Católica do Maranhão, a Romaria da Terra e das Águas aconteceu pela primeira vez em 1986, no município de Vargem Grande, Maranhão, Diocese de Coroatá.

Há quase 30 anos, portanto, a Romaria configura-se como um momento profético de denunciar o latifúndio, as cercas de fome e morte, a violência contra famílias de trabalhadores rurais e povos tradicionais e as desigualdades sociais. Mas é também um momento de anúncio, esperança e certeza de que o Reino de Deus pleno de vida e fartura começa aqui e agora, em nosso chão sagrado, a partir das experiências de vida e resistências de nosso povo.

A vigília noturna foi um misto de celebração e festejo, com a presença de diversos movimentos sociais, populações tradicionais – quilombolas, indígenas, ribeirinhos, quebradeiras de coco babaçu – e representantes das 12 dioceses do Maranhão.

A romeira Lourdes Nogueira, 65, de São Luís, credita a esta participação maciça o sucesso do evento. “Foi uma riqueza muito grande, todas as dioceses participaram, todas com temas muito importantes sobre a realidade do Maranhão. Todas as dioceses estudaram e conseguiram concluir com essas discussões muito ricas e muito boas”, avaliou.

Apresentações culturais e quadros sobre a situação das diversas regiões do estado foram realizadas ao longo da noite, no bairro do Areal, onde os romeiros se concentraram. Pela manhã, no local, foi celebrada uma santa missa campal, saindo a multidão em seguida pelas ruas de Chapadinha, com paradas na sede do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Município, na Igreja de Nossa Senhora das Dores, Matriz do lugar, até chegar a Praça do Viva, onde Dom Valdeci Santos, da Diocese de Brejo, que acolheu o evento, fez o envio, abençoando a todos os presentes e agradecendo suas presenças e compromisso para com Deus e o lugar onde vivem.


Com informações do jornal O Imparcial e fotografias da Diocese de Brejo

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

As romarias da terra e das águas, mais de 20, que acontecem Brasil afora, são manifestações religiosas que contagiam milhares de pessoas. A maioria delas é promovida pela Comissão Pastoral da Terra. Elas se caracterizam por ser um espaço privilegiado em que fé e vida se mesclam profundamente e onde o clamor do povo do campo se faz ouvir. Com as romarias, a CPT entrou no universo do povo.

Elas são realizadas de diversas formas e em espaços diferentes. Algumas em locais de romarias populares tradicionais, outras em lugares que a luta e a conquista do povo tornaram sagrados. As romarias da terra e das águas são o templo do encontro do divino com o humano, são grandes celebrações que manifestam e constroem a unidade da igreja.

A próxima edição do evento, realizado há 12 anos, será realizada nos dias 17 e 18 de outubro, em Chapadinha-MA, pertencente à Diocese de Brejo e trará como tema: "Território livre para o bem viver dos povos" e lema: "Tire as sandálias, pois este chão é sagrado", inspirada no texto bíblico de Êxodo 3,5. 

A equipe de organização publicou algumas informações importantes para os romeiros que participarão da romaria. Seguem:

Chegada: a partir das 18:00h ao local da Romaria, onde terão pessoas para orientar à entrada da cidade.

O que devemos levar:
- Cada participante deverá levar uma vela;
- Caravanas organizam mudas de plantas e sementes para trocar com os demais romeiros e romeiras;
- Frito e água para passar a noite;
- Chapéu de palha com fita vermelha.
- Água dos nossos rios, lagos, riachos e olho d’água: Mearim, Itapecuru, Munin, Peritoró, Guará, Tapuio, Rio Preto, Saco, Lagos da Baixada (Anajatuba).

Apresentações da Diocese: 00:20h
Recomendamos que as caravanas da Diocese se aproximem do palco para participar desse momento. 

Animadores: Filho e Euraldina
- Entrada da cerca de arame 
- 06 Faixas (3 homens e 3 mulheres) derrubando a cercas que nos colonizam, descolonizando o pensamento único que prevalece nos dias atuais. 

Abertura: Pe. Waldecy Leitão 

Com informações da equipe de organização, via Facebook

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Com o tema “São José de Ribamar, padroeiro do Maranhão, 100 anos de evangelização”, terá início nesta sexta-feira (28) o tradicional Festejo de São José, maior festa religiosa do Maranhão e que se estenderá até o dia 06 de setembro na cidade balneária.

Durante entrevista coletiva, os padres que dirigem o santuário destacaram o momento em que vive o a comunidade católica do Maranhão, que comemora 100 anos de construção da Igreja Matriz.

“Este ano, nosso tema faz referência aos 100 anos de construção de nossa atual Igreja Santuário”, explicou o reitor, Padre Cláudio Roberto.

Como tradicionalmente acontece, na manhã da última quarta-feira (26), fiéis do santo padroeiro do Maranhão participaram da lavagem da Igreja Matriz, ato preparatório para o festejo de São José de Ribamar 2015. A expectativa é de que mais de 200 mil pessoas visitem o município durante os dez dias do Festejo.

Mais de 50 missas e romarias fazem parte da programação do Festejo. “A igreja de São José tem sido um espaço de grandes manifestações divinas, com grandes milagres, curas e bênçãos”, afirmou o Padre Cláudio Roberto.

Um século de edificação

Em março de 1915, iniciava-se a construção da quarta e definitiva igreja de São José de Ribamar, após três tentativas frustradas de construção e posterior desabamento. Naquela época, viu-se que a cidade estava em fase de desenvolvimento e os moradores do então vilarejo decidiram erguer um templo que atendesse aos aspectos arquitetônicos de seu tempo.

“Pelos documentos que encontramos na paróquia e em outros lugares percebemos que os moradores do local quiseram construir uma nova igreja que correspondesse aos padrões estruturais da vila e também para atender à grande demanda de romeiros. Então, o bispo Dom Francisco de Paula e Silva aprovou o projeto do arquiteto J. Fernandes. A obra seria o mais moderno conjunto arquitetônico estilo gótico europeu construído no Maranhão”, conta o historiador Antônio Miranda.

Porém, tendo em vista dificuldades estruturais, agravadas pelas condições precárias de transporte, a obra não avançou, sobrando apenas o alicerce em formato de cruz. “Um novo projeto foi pensado para aproveitar o alicerce que já estava pronto. Com a permissão do mesmo bispo, as obras tiveram início, com nova arquitetura, em março de 1915”, afirma Antônio.

Segurança, Trânsito e Saúde

Durante os dez dias de festa, o efetivo das equipes dos serviços essenciais serão aumentados para atender a demanda dos turistas e devotos que passarão pela cidade.

Uma ‘Tenda da Saúde’ será montada na área do Santuário para dar suporte às ambulâncias que atuarão nos arredores das celebrações, romarias e demais eventos da programação.

Funcionários da Vigilância Sanitária Municipal atuarão junto aos trabalhadores do comércio informal distribuindo material de trabalho (toucas e luvas descartáveis, por exemplo). Fiscais do urbanismo farão vistoria no largo do Santuário, onde será proibida a circulação de ambulantes.

Segundo o Comandante do 13º Batalhão da PM, Coronel Alexandre, o efetivo policial será reforçado, principalmente nos dias de grande aglomeração, com o complemento do 8º Batalhão, CPRv e Guardas Municipais de São Luis e Ribamar.

O trânsito será interditado no perímetro de 100 metros do santuário, exceto no dia 06, onde será proibida a circulação de veículos ao longo da Avenida Gonçalves Dias.

A programação do evento está disponível no www.pascomsjr.blogspot.com.br

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Na paz do Cristo ressuscitado saúdo a todos os bispos, coordenadores de pastorais, CRB, Coordenadores dos Conselhos Missionários Diocesanos (COMIDIS), CIMI, Organismos, Movimentos e Grupos da Igreja do Maranhão a participarem da realização desse 1 º Encontro de Animação Missionária.

Tema: Missão e cooperação missionária
Orientações para a animação missionária da Igreja no Brasil.
Data: 11 a 13 de setembro de 2015.
Local: Casa dos Combonianos/ Olho D'água - São Luis.
Inscrição: RS 100,00

Como Povo de Deus, pastores e pastoras, peregrinamos todos, com os olhos fixos em Jesus Cristo que nos chama, nos ensina, nos ama e nos envia como seus discípulos(as), missionários (as) a servir aonde o Espirito Santo nos conduzir.

Buscamos viver esse chamado e vocação à Luz do Evangelho e em comunhão com a Igreja: "EVANGELIZAR, a partir de Jesus Cristo, na força do Espirito Santo, como Igreja discípula missionária, profética e misericordiosa, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para que todos tenham vida, rumo ao Reino definitivo".

Este é o Objetivo Geral das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil  ( DGAE ) 2015-2019 / Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) /  Documento 102.

Iluminados por ele é que nos alegramos a convidá-los para vivenciarmos esse milagre do encontro, da partilha do saber coletivo, da festa ao redor da eucaristia, dos filhos e filhas de Deus, subindo na barca com Jesus para a outra margem sem medo na confiança do Pai, para um lugar retirado sobre uma alta montanha" ( Mc 9, 2 ).

Motivação não nos falta! Por tudo que estamos experienciando em nossas dioceses, como uma explosão do amor divino! Santas Missões Populares, encontros de Juventude, congressos, nascimentos de Conselhos Missionários Diocesanos (COMIDIS) e COMIPAS, seminários da Romaria da Terra e das Águas, pelas conquistas dos nossos irmãos indígenas e quilombolas.

Como Dom Esmeraldo nos recordou por ocasião do 2 º Congresso Missionário Nacional de Seminaristas: iluminando com os documentos da Igreja que é peregrina, missionária por natureza AG2): essa é sua vocação própria, sua identidade mais profunda (EN14): sua razão de ser, sua essência estruturante e seu serviço á humanidade " (DAp 5.2) A Igreja aspira por um renovado ardor da missão.

Portanto , a Igreja é chamada a estar "em saída" com o seu Senhor que sabe ir à frente, sabe tomar iniciativa sem medo, ir ao encontro, procurar os afastados, chegar ás encruzilhadas dos caminhos para convidar os excluídos. A missão é de Deus, o Espirito Santo é o Protagonista, somos servos e servas colaboradores. Ouvi e Atendei! Vinde e Vede!

Pedimos aos Bispos com os Coordenadores de Pastorais e COMIDIS que enviem pelo menos cinco participantes por diocese. 

Agradecemos e saudamos a todos com carinho missionário.

Segue as tarefas de cada diocese nesse Encontro.
Equipes de trabalho para o encontro:

Equipe de Comunicação/ Secretaria: Gean, Vitor, Ir. Prudência, Ir. Brandina, Ir. Cristina.

Cada Diocese prepare um painel, cartaz ou banner com fotos das atividades missionárias de sua diocese, filme, testemunho, slides.

Equipe de Acolhida: Dioceses de Carolina, Viana e Coroatá.

Equipe de Animação/Liturgia: Diocese de Bacabal, Pinheiro e São Luis.

Equipe de Ambientação e Ordem: Dioceses de Grajaú, Balsas, Caxias.

Equipe de Fraternidade e cultura ( noite cultural): Diocese de Imperatriz, Zé Doca e Brejo. Pedir que cada participante leve uma lembrança para trocar na noite cultural.

Equipe COMIRE, via Facebook

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

A Pastoral da Juventude do Maranhão divulgou a carta final do 5º Encontro Estadual de Base, ocorrido de 17 a 19 de julho de 2015, na cidade de Caxias (MA), com o tema: “Grupo de Jovens e Participação Social”.

A carta contém as proposições elaboradas pelos jovens participantes do encontro a partir das mini plenárias que estudaram a participação social da PJ em seus 30 anos de caminhada no Maranhão, as formas de participação estudantil e popular e a Igreja como escola de formação de lideranças. Na carta, os jovens se comprometem com a construção de um mundo novo através da organização na Igreja e na sociedade, e a ainda assumem o Projeto ROTA 300 da CNBB como forma de lutar por um meio ambiente saudável e equilibrado.

Confira a carta completa com os compromissos assumidos:

5º ENCONTRO ESTADUAL DE BASE
TEMA: GRUPO DE JOVENS E PARTICIPAÇÃO SOCIAL
LEMA: EU VIM PARA SERVIR! (Mc10,45)

Carta da Juventude presente no V Encontro Estadual de Base

Nós, jovens, reunidos na cidade de Caxias nos dias 17, 18 e 19 de julho de 2015, por ocasião do V Encontro Estadual de Base da Pastoral da Juventude e esperançosos na fé que temos em Jesus Cristo, o Jovem Galileu, afirmamos e reafirmamos o nosso compromisso com as juventudes de anunciar e ajudar a construir o Reino de Deus que é Amor, Paz, Justiça e Solidariedade, em especial, em meio aos adolescentes e jovens empobrecidos e marginalizados.

Durante todo o encontro, estudamos e refletimos as mais variadas formas de luta e envolvimento da juventude no meio social em que está envolvida, como os grêmios e diretórios estudantis, conferências e conselhos de direitos e o grupo de base como espaço de formação de lideranças para a Igreja e a sociedade no intuito de deixarmos de lado a cultura do “Eu”, para voltarmos a sentir que precisamos uns dos outros, que temos uma responsabilidade para com os nossos irmãos, (Laudato Si – n° 229), e que possamos cativar e cultivar a cultura do cuidado porque “Eu sou nós” (Zé Vicente).

Inspirados pelos companheiros e companheiras que fizeram a história da PJ do Maranhão nos últimos 30 anos, somos convocados a nos lançarmos na vida por grandes ideais, pois, não fomos escolhidos pelo Senhor para coisinhas pequenas, mas para grandes coisas (Papa Francisco). Por isso, abraçamos, como Pastoral da Juventude do Maranhão, as seguintes ações para o fortalecimento da nossa caminhada em cada comunidade onde há um grupo de jovens se reunindo:

- Lutar pela efetivação de políticas públicas de juventude no município através da participação nos conselhos municipais;

- Criar grêmios, conselhos livres e grupos em escolas com a participação e o apoio da PJ;
- Promover a formação social dos jovens nas escolas, praças, grêmios estudantis, a partir de subsídios sobre participação social juvenil;
- Exercer o protagonismo juvenil através da defesa da vida, lutando contra todas as formas de extermínio de jovens no campo e na cidade e, especialmente agora, contra a redução da maioridade penal;
- Investir na formação de assessores adultos apaixonados pela juventude para melhorar o acompanhamento aos grupos de jovens em todas as dioceses;
- Assumir o Projeto Rota 300 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, promovendo debates com a sociedade civil organizada e com o Poder Público sobre as questões sócio-ambientais e ecologia;
- Discutir, informar, conscientizar e estimular ações concretas de preservação e reflorestamento das margens dos rios, nascentes e mananciais, nas comunidades, paróquias e dioceses do Maranhão.

A juventude tem um coração missionário.  Ousamos Crer e que a nossa fé tenha sido fortalecida e renovada nesse encontro onde comungamos do mesmo pão, dos mesmos sonhos, lutas e desafios. Voltemos às nossas casas, paróquias e cidades levando em nossas malas a alegria, a disposição e o compromisso de partilhar toda essa experiência incrível com a certeza de que o Senhor nos chama, ama e envia para continuarmos construindo a nossa história tão rica e envolvente.

Que a nossa querida Mãe, a Negra Mariama, nos acompanhe nessa jornada e que ela seja nosso modelo, a Estrela Guia para seguirmos os passos do Cristo Jovem.

Amém, Axé, Awerê, Aleluia, PJ.

Colaborou Marlon Barros Cardoso - Secretário Regional da PJ do Maranhão, Regional Nordeste 5, Maranhão

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

A imagem milagrosa de Nossa Senhora Aparecida foi encontrada no rio Paraíba do Sul, em São Paulo, no ano de 1717. Portanto, em 2017 a aparição da imagem completará 300 anos. Em comemoração à data, o Santuário Nacional de Aparecida está promovendo o Jubileu “300 anos de bênçãos”, com uma programação devocional e de fé.

Imagens peregrinas estão sendo enviadas a diversas arqui(dioceses) e Missionários Redentoristas levarão a cada capital do país uma imagem fac símile da Padroeira. Durante a peregrinação, serão colhidas porções de terra das capitais brasileiras para compor uma coroa especial para Nossa Senhora Aparecida.

A imagem chegou à capital maranhense, às 14:30h, do dia 10 (segunda-feira) e foi acolhida no Aeroporto Internacional Cunha Machado, pelo bispo auxiliar de São Luís, Dom Esmeraldo Barreto,  seguindo em carreata até a Igreja Nossa Senhora da Vitória – Catedral da Sé, no Centro. No final da tarde, às 18h, foi celebrada uma missa na Catedral marcando o início da visita da imagem peregrina.

Histórico
No ano de 1717, três pescadores, levados por necessidades históricas e econômicas, saíram a pescar, numa época escassa de peixes. Por ação misteriosa de Deus, chegando ao “Porto de Itaguassu”, a primeira coisa que caiu em suas redes foi o corpo de uma imagem quebrada, na altura do pescoço. Num segundo lance de rede, pescaram a cabeça da mesma imagem. Juntando as duas partes viu-se que se tratava de uma imagem de Nossa Senhora da Conceição. Depois do encontro da Imagem, a pesca de peixes foi abundante e os pescadores intuíram a presença e ação de Deus naquele singular evento. Por assim ter aparecido, o povo chamou-a de “Aparecida”, nome consagrado pela devoção popular, chegando a ser proclamada Rainha em 1904, e Padroeira do Brasil em 1930.

Fonte: O Imparcial

quarta-feira, 29 de julho de 2015

PROVÍNCIA ECLESIÁSTICA DE SÃO LUÍS DO MARANHÃO.


DISPOSIÇÕES PASTORAIS SOBRE ESPÓRTULAS E TAXAS.


1.   Nós, bispos da Província Eclesiástica de São Luís do Maranhão, reunidos em Coroatá no dia 08 de julho de 2015, tendo em vista a justa sustentação das comunidades e do clero, estabelecemos o quanto segue, a ser observado em nossas doze circunscrições eclesiásticas.

2.  Recomendamos, insistentemente, o empenho de todas as dioceses e paróquias no sentido de promover a implantação do dizimo, a forma mais adequada de manutenção do culto divino, do sustento dos ministros, das obras de caridade e da ação pastoral.

3.  Enquanto se aguarda a devida implantação do dízimo, confirmamos a seguinte tabela de espórtulas e taxas:

Batizados: R$ 40,00
Crismas: R$ 40,00
Casamentos: R$ 100,00
Certidões: R$ 10,00
Espórtulas de missa: R$ 30,00

4.  Chamamos a atenção para os seguintes pontos: 

a. A tabela determina o máximo que se pode pedir "tomando sempre o cuidado para que os necessitados não sejam privados do auxílio dos sacramentos por causa da pobreza" (cân. 848). 

b. "Recomenda-se vivamente aos sacerdotes que, mesmo sem nenhuma espórtula, celebrem a missa segundo a intenção dos fieis especialmente dos pobres" (cân. 945, § 2), afastando sempre das espórtulas "qualquer aparência de negócio ou comércio" (cân. 947). 

c. Nas missas com diversas intenções, a oferta é livre. Nos casos em que o celebrante vier a receber a espórtula, esta não deverá ultrapassar o valor aqui estabelecido. 

São Luís do Maranhão, 08 de julho de 2015


Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão

Fonte: Site da Diocese de Zé Doca

sábado, 11 de julho de 2015

Foi encerrada quinta-feira (09) em Coroatá a 18ª Assembleia Regional de Pastoral da CNBB-MA, que teve início na noite de segunda-feira (06). A assembleia que teve um cunho de avaliação e planejamento contou com a participação dos 13 bispos das 12 dioceses do regional, além dos delegados e delegadas representantes das mesmas.

Seguindo a metodologia da ação católica - ver, julgar e agir -, no primeiro dia das atividades o professor Wagner Cabral apresentou a conjuntura econômica, política e social do Estado do Maranhão e no segundo dia foi feito o estudo das novas Diretrizes da CNBB. 
A assembleia regional de Pastoral contou ainda com a presença do Padre Ari Antônio dos Reis, assessor das Pastorais Sociais da CNBB, que pela manhã apresentou os dois primeiros capítulos das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja do Brasil 2015/2019: “A partir de Jesus Cristo e Marcas de nosso tempo”, sucedidos de trabalho em grupo e plenário. Na parte da tarde continuou a apresentação das diretrizes com o terceiro quarto capítulos.
 
O assessor reconhece que na Igreja do Maranhão há um avanço na caminhada das 12 dioceses, mesmo com momentos de dificuldades. Segundo o mesmo “esta caminhada é processual, e que na atual conjuntura é preciso aproveitar dos ventos favoráveis para avançar e se fortalecer” e destacou a nota dos bispos sobre caso de Pedrinhas que foi importante para todo o Brasil.

Dom Gilberto Pastana, bispo da Diocese de Imperatriz, destacou a importância dos instrumentos de comunhão e participação a nível diocesano, regional e nacional, enfatizando o papel importante desempenhado pelo conselho regional, que reúne-se 2 vezes por ano fazendo encaminhamentos inclusive das decisões assumidas na Assembleia regional.

A 18ª Assembleia teve como tema “Igreja do Maranhão, compromisso à luz do Concilio Vaticano II e Diretrizes Gerais da CNBB”.  E a finalidade da mesma foi avaliar a caminhada da Igreja do Maranhão nestes últimos quatro anos e programar as atividades do próximo quadriénio 2015/2019.
Segue em ordem as prioridades do Regional:

Primeira Prioridade: Igreja em estado permanente de Missão
• Ser Igreja profética, missionária e misericordiosa frente às realidades sociais: comprometendo-se com a defesa da vida das populações tradicionais,  da juventude, periferias urbanas, enfrentado os grandes projetos da mineração e agronegócio;
• A partir das Santas Missões Populares, transformar radicalmente a nossa prática religiosa e pastoral para favorecer o verdadeiro encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo.
 
Segunda prioridade: Igreja casa de iniciação cristã
• A formação de leigas,  leigos, religiosas, religiosos e clero que favoreça o encontro pessoal com Jesus Cristo, em conformidade com o tempo em que estamos vivendo, considerando principalmente a catequese com inspiração catecumenal  visando a transformação da realidade;
• Implementar o catecumenato como caminho normal de iniciação na vida cristã para crianças, jovens e adultos.
 
Terceira  Prioridade: Igreja, lugar de animacão bíblica e da pastoral
• Formação bíblica que ajude a ler a Palavra de Deus, favorecendo a ligação fé e vida buscando criar uma identidade de Igreja convicta e consciente de sua ação, para saciar a sede do povo de Deus em conhecer e vivenciar a Palavra, pela prática extensiva e permanente dos círculos bíblicos e  celebração litúrgica dominical.
 
Quarta prioridade: Comunidade de comunidades
• Criar redes de comunidades a partir da  eclesiologia do Concílio Vaticano II, fortalecendo as CEBs  e estimulando a ministerialidade, compromisso e protagonismo dos leigos, levando em conta a evangelização do meio urbano.
 
Quinta  Prioridade: A Igreja a serviço da vida plena para todos.
• Através do fortalecimento das pastorais sociais, promover a vida pessoal, familiar, comunitária e da natureza, a partir da opção preferencial pelos pobres, exigindo um modelo de estado que favoreça a promoção da vida contra tudo e todos os que a ameaçam no meio rural e urbano, combatendo o sistema de morte, principalmente em relação aos indígenas, afrodescendentes e camponeses.

Com informações de Eanes Silva, coordenadora da Pastoral da Comunicação do Regional NE V