Judeus e cristãos se uniram para plantar uma floresta em Israel em memória ao jesuíta Cardeal Carlo Maria Martini. A floresta será criada perto de Tiberíades, na Galiléia, lugar altamente simbólico tanto para cristãos como para judeus.
Esta ideia é do rabino Giuseppe Laras, atual presidente do Tribunal Rabínico do centro e norte da Itália e rabino chefe de Ancona e das Marcas, grande amigo do Cardeal Martini. A iniciativa foi bem acolhida pelo Keren Kayemeth Le-Israel (KKL), Fundo Nacional Judaico, e contou com o apoio e colaboração dos jesuítas e do Gabinete de Ecumenismo e Diálogo da Conferência Episcopal Italiana (CEI), dirigido por Dom Gino Battaglia.
O rabino Laras quis que esta iniciativa envolvesse cristãos e judeus a fim de melhorar, expandir e fortalecer a convivência, a estima e amizade recíproca, como certamente teria desejado e sonhado o Cardeal Martini.
Oferecendo árvores em memória do purpurado, qualquer pessoa de boa vontade pode aderir e apoiar a iniciativa e o mesmo pode ser feito por centros culturais, empresas, paróquias, dioceses, jornais, comunidades judaicas, municípios, escolas, e demais instituições.
O Fundo Nacional Judaico, para cada doação recebida (uma árvore corresponde a uma oferta de 10 euros) superior a 50 euros, entregará um certificado atestando o número de árvores doadas para tal finalidade.
Esta floresta irá simbolizar de maneira forte e nobre uma das conquistas mais importantes do trabalho moral, espiritual e cultural do Cardeal Martini, que é também um fruto bendito do Concílio Vaticano II, ou seja, o diálogo judaico-cristão.
Esta ideia é do rabino Giuseppe Laras, atual presidente do Tribunal Rabínico do centro e norte da Itália e rabino chefe de Ancona e das Marcas, grande amigo do Cardeal Martini. A iniciativa foi bem acolhida pelo Keren Kayemeth Le-Israel (KKL), Fundo Nacional Judaico, e contou com o apoio e colaboração dos jesuítas e do Gabinete de Ecumenismo e Diálogo da Conferência Episcopal Italiana (CEI), dirigido por Dom Gino Battaglia.
O rabino Laras quis que esta iniciativa envolvesse cristãos e judeus a fim de melhorar, expandir e fortalecer a convivência, a estima e amizade recíproca, como certamente teria desejado e sonhado o Cardeal Martini.
Oferecendo árvores em memória do purpurado, qualquer pessoa de boa vontade pode aderir e apoiar a iniciativa e o mesmo pode ser feito por centros culturais, empresas, paróquias, dioceses, jornais, comunidades judaicas, municípios, escolas, e demais instituições.
O Fundo Nacional Judaico, para cada doação recebida (uma árvore corresponde a uma oferta de 10 euros) superior a 50 euros, entregará um certificado atestando o número de árvores doadas para tal finalidade.
Esta floresta irá simbolizar de maneira forte e nobre uma das conquistas mais importantes do trabalho moral, espiritual e cultural do Cardeal Martini, que é também um fruto bendito do Concílio Vaticano II, ou seja, o diálogo judaico-cristão.
Fonte: Rádio Vaticano

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